quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Sintetizando o nosso trabalho:


A questão inicial do projeto do nosso blog era a seguinte: Como professores, que técnicas podemos utilizar para ensinar os nossos alunos? Esta era uma dúvida muito forte em nossas mentes, pois às vezes sentimos que temos um grande domínio da teoria educacional, mas a prática nos assusta. Alguns dos componentes do grupo já são professores, com variados tipos de experiência, mas também para eles esta era uma questão pertinente.


Começamos a desenvolver nosso trabalho pesquisando sobre técnicas utilizadas para ensinar determinados conteúdos. Nossa estratégia inicial foi pensar em alguns conteúdos que são ensinados na escola, e pesquisar sobre técnicas utilizadas para ensinar tais conteúdos. A partir dessa pesquisa, tivemos um ímpeto inicial de montar um projeto de aula onde, a partir de um tema central, púdessemos trabalhar vários tipos de conteúdos diferentes. Mas numa conversa com a Prof. Andrea, percebemos que na verdade estavamos tentando facilitar o nosso trabalho, achando uma "saída fácil" para o problema. Foi curioso notar como esse tipo de "saída fácil" é comumente tomada por professores no dia-a-dia , exatamente por demandar menos trabalho, pesquisa e aprofundamento por parte do professor, colocando-o numa posição de "repassador de conteúdos", enquanto o aluno se torna um mero receptor.

Esta constatação causou um verdadeiro revertério no nosso trabalho. Começamos a questionar o que estávamos fazendo, e qual era a verdadeira direção que queríamos tomar. Voltamos à estaca zero, e nos perguntamos "O que nós realmente queremos saber?". Nos debatemos muito nessa questão, até que invertemos a direção da pergunta: "O que os alunos querem saber?"

A partir daí, com muito sangue e suor, começamos a questionar a prática comum dos professores, inclusive a nossa própria prática. Passou a nos parecer que a questão mais importante não era a técnica de ensino por si só, mas sim o que podemos fazer para ajudar o aluno a resolver suas próprias questões. A função do professor não é pensar numa técnica para transmitir um conteúdo, mas sim instigar o aluno a questionar sobre um conteúdo específico e construir seu próprio conhecimento. E sim, há uma técnica envolvida nisso, mas ela não pode estar fechada e imutável e, principalmente, ela não pode vir antes do sentido da ação educativa. O professor primeiro precisa perguntar o que ensinar e para que ensinar, para então pensar no como ensinar. O sentido precisa ser construido em conjunto, entre professor e aluno.

Nosso trabalho, portanto, foi na direção de sugerir técnicas de instigar o aluno a questionar e a produzir seu próprio conhecimento, e como pegar questionamentos do dia-a-dia do aluno e transformá-los em uma "sede" do aluno em querer saber mais, conhecer mais, ir atrás e produzir seu próprio conhecimento. Nosso trabalho não nos parece acabar aqui, pois esta questão não parece ter uma única resposta. Temos que continuar aprendendo a ouvir e compreender nosso aluno (que está se transformando constantemente) para que possamos construir mais e melhores técnicas que os ajudem a aprender e a avançar.

Continuando a discutir projetos



professor, precisa saber o que o aluno já sabe, o que aluno quer saber e o que precisamos ensinar para nossos alunos, desse modo, podemos caminha muito bem com um projeto.
Encontrei no site www.projetospedagogicosdinamicos.kit.net, aspectos que não podem acontecer em um projeto e as condições para o sucesso de um projeto:
Nenhuma abordagem, por mais sofisticada, assegura o êxito de um projeto. Muitas vezes, um detalhe põe tudo a perder. Há problemas que devem ser evitados: 

Objetivo confuso . Projeto com objetivo confuso tem alta probabilidade de fracasso. Não se sabendo onde se deve chegar, não se chega a lugar nenhum. O objetivo confuso pode ter várias origens: 1. O problema não foi estudado e entendido corretamente. Houve pressa em iniciar, sem clareza do problema. 2. Coordenador e equipe não entendem o problema e fazem suposições incorretas sobre o resultado a ser alcançado. 3. Objetivo claro, mas não coerente com o problema. O resultado a ser alcançado é incompatível com o problema.

Execução confusa . As condições de execução tornam-se confusas nas situações a seguir: 1. As regras de decisão são imprecisas. Não há políticas nem procedimentos para resolver problemas e conflitos. 2. Autoridade e responsabilidade estão indefinidas. Não se sabe direito quem tem poderes e atribuições para quê. 3. Atividades não são coerentes com o objetivo. Isso pode ocorrer mesmo quando o problema e o objetivo são coerentes. 4. A previsão de recursos é incoerente com as atividades. Os recursos podem ter sido subestimados ou superestimados. 5. A atividade avança muito sem que pelo menos as intenções básicas do projeto estejam bem definidas. 
Falhas na execução : Projetos podem ser muito bem planejados e organizados, mas isso ainda não é garantia de sucesso. Podem ocorrer falhas na execução. Uma das mais comuns é a seguinte: um detalhe vital não funciona e põe tudo a perder, simplesmente porque todo mundo achou que era importante demais e que outra pessoa iria cuidar daquilo.
Condições para o êxito
A experiência mostra que as seguintes condições afetam positivamente a probabilidade de sucesso do projeto:
Definição do problema . Projetos bem sucedidos, de forma geral, são definidos a partir do problema a ser resolvido e da clareza com que se define a solução do problema. O mais importante é definir com clareza os objetivos do projeto. Uma vez decidida a realização de um projeto, deve-se discutir exaustivamente como o problema pode ser resolvido e as características do resultado final, descritas nos objetivos do projeto ou em suas metas. Sempre que possível, o próprio título do projeto deve indicar as características do resultado final. Por exemplo: reforma, instalação e colocação em funcionamento da cantina escolar. Quanto mais tarde se deixa para realizar essas discussões e definições, mais difícil se torna a implementação do projeto.Envolvimento da equipe. Quanto mais o projeto representa um desafio para a equipe envolvida, maior é a probabilidade de que venha a ter sucesso. Projetos bem sucedidos criam na equipe uma sensação de propriedade: “Este é o nosso projeto, o problema que temos de resolver”. 
Planejamento . Projetos bem sucedidos são muito bem planejados. Uma vez estabelecidos os planos, no entanto, a equipe tem grande liberdade para executá-los. A probabilidade de o projeto ter sucesso aumenta se durante a sua implementação houver um cronograma de providências e resultados bem elaborado, a partir do qual, os participantes possam controlar o bom andamento dos trabalhos em direção aos resultados previstos. Outro fator que contribui com o sucesso de um projeto é procurar prever problemas que possam surgir em sua implantação e, com a antecedência necessária, preparar-se para resolvê-los, caso eles realmente aconteçam. Existem projetos que necessitam de recursos financeiros para sua implementação. Nesses casos, é preciso haver um bom planejamento dos custos do projeto, considerando-se quanto se vai gastar e de onde sairá o dinheiro. A existência de um coordenador é também uma providência necessária para que um projeto seja bem implementado e atinja a meta definida.

É importante lembrar que a avaliação de um projeto deve ficar presente todo o tempo, desde a sua implementação, do começo da execução e não somente no final de um projeto.

Nos projetos, precisamos identificar as competências que o professor quer passar para os alunos, como a competência de ler, decidir, argumentar, julgar e etc.
Também precisamos colocar em um projeto conteúdos conceituais, atitudinais, procedimentais e factuais. Precisamos ficar muito atentos a tudo que é preciso colocar num projeto, para assim, solucionar de fato o problema do projeto.

Wikis: o que é isso e como pode nos ajudar ?


Achei interessante a definição do Wikipédia sobre wiki, em especial esse pedaço:

"Wiki é hoje em dia a forma mais democrática e simples de qualquer pessoa, mesmo sem conhecimentos técnicos, contribuir para os conteúdos de uma página Web ... Uma característica notável das ferramentas Wiki é a facilidade de edição e a possibilidade de criação de textos de forma coletiva e livre, assim como se faz na Wikipédia e em outros projetos que utilizam Wikis."

Com a vida movimenta que temos, acho de grande importância mecanismos dinâmicos e práticos para comunicação e ferramentas ricas em conteúdos. Acho que os Wikis podem ajudar muito na prática cotidiana, facilitando nossas pesquisas, ajudando e estimulando em nossas criações individuais ou em grupo.

Pode ser uma ferramenta riquíssima para escrita coletiva, possibilitando a escrita conjunta mesmo em lugares diferentes, mais um recurso tecnológico que encurta distâncias e aproxima as pessoas, em especial em suas criações. Dessa forma, nossos alunos podem criar fora do espaço escolar, sem precisar de encontros marcados, ou aquele famoso cada um faz um parte e a gente junta no final.
Dessa forma, o Wiki se torna uma possibilidade de construção conjunta de um conceito. Peguemos um exemplo aleatório, digamos que o professor queira falar sobre "Capitanias Hereditárias". Ao invés de dar um texto fechado sobre esse tema, e passar a SUA visão os alunos poderão, através do Wiki, os alunos poderão construir a visão deles em CONJUNTO, sem ficarem presos a decorar um conceito dado pelo professor, eles puderam construir seu próprio conceito, que vai estar muito mais próximo dos seus conhecimentos prévios.

O vídeo abaixo explica bem o que é um Wiki e como funciona:





E você? Já usou um Wiki antes? Enxerga outras possibilidades nessa ferramenta? Compartilhe conosco nos comentários!

Na Aula sobre Conjuntos


Através de brincadeiras, podem ser passados diversos conteúdos. No caso desta brincadeira, são utilizadas informações da matemática e de ciências. A brincadeira, a princípio deve ser utilizada com crianças de séries pequenas como pré I e II (antigo CA) ou jardim de infância. Mas dependendo da imaginação do professor, pode ser modificada e repassada para outras turmas.

Materiais necessários:

- Cola
- Papel ou desenhos de animais pré-preparados
- Papelão
- Tesoura
- Fita adesiva dupla face (demarcar os círculos)


Como organizar a brincadeira:

Para começar, são necessários desenhos bem coloridos de bichos de mesmo grau de parentesco feitos de preferência em folha colada em papelão (para que possa ficar durinha e não rasgar á toa). Os círculos devem ser demarcados no próprio chão da sala ou em algum ambiente com um pouco mais de espaço para que as crianças prestar atenção ao que lhes é ensinado. Cada criança tem direito de pegar uma plaquinha de cada vez e colocar no grupo correspondente ao que sorteou. Após todos os grupos serem preenchidos, os pequenos devem dizer em voz alta a que grupo os animais pertencem e quantos existem em cada grupo. A partir deste momento, cada um deve receber um número e deve identificar a que grupo aquele número pertence, com isto, conseguem identificar quantidade; também pode ser feito uma espécie de teatro com cada classe de bichos para estimular a imaginação.

Objetivos:

Do ponto de vista matemático: Estimula o conhecimento dos números e é também visto como uma pré-visualização da teoria de conjuntos, que conhecerão durante sua vida acadêmica.




Do ponto de vista da ciência: Aumenta o conhecimento das crianças com relação aos nomes dos animais e a que classe eles pertencem, conteúdo este, que também será utilizado futuramente em sala de aula.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Jogo da Memória


Jogo da memória
O jogo da memória é um recurso comum como atividade lúdica dentro da sala de aula, que foi criado na China no século 15. Era formado por baralho de cartas ilustradas e duplicadas.  Como o próprio nome indica, ele requer boas estratégias de memorização dos jogadores. O jogo da memória pode ser aplicado em sala em qualquer série, o que varia são conteúdos nele aplicado, quanto mais velhos os alunos, maior será a complexidade da temática abordada. Trabalhar com temas relevantes a matéria aplicada em sala da aula, como por exemplo: fundo do mar.
Por que aplicá-lo em sala de aula?
Para estabelecer relações entre imagens e a posição, assim, desenvolvam estratégias de memorização.
Há que se ter um pouco de cuidado com esse tipo de atividade, pois o abuso da utilização de mecanismos de memorização pode levar o aluno a confundir o aprender com o memorizar, que são conceitos diferentes. Quando estivermos ensinando nossos alunos, precisamos ficar atentos para que eles estejam realmente construindo conhecimento, e não apenas memorizando e reproduzindo, sem entender o o processo da coisa.


Como enriquecer o brincar
 Discuta com a turma as estratégias para localizar as figuras no espaço, como a fixação de um ponto de referência e a observação do entorno de uma figura.
Converse com os pequenos ao término de cada partida para socializar as táticas usadas por jogador.

                                                         

Ensinando frações

Um conteúdo do ensino fundamental que trás muitas complicações para ser trabalho é as Frações. Vamos aqui trazer algumas sugestões de como trabalhar este tema.

a) Faça um rodízio de pizza na Escola.

Pode parecer uma ideia louca, mas com certeza será bastante divertido! Caso a escola tenha infra-estrutura para tal, leve algumas pizzas para assar lá, e corte-as com os alunos (Cuidado, não deixe que crianças pequenas utilizem objetos cortantes!). Corte a primeira pizza em oito pedaços, e pergunte aos alunos quantos pedaços tem aquela pizza. Pergunte então, quantos pedaços seria a pizza inteira? Escreva essa fração no quadro. Corte a segunda pizza em quatro pedaços, e pergunte quantos pedaços seria aquela pizza inteira. Escreva também no quadro. Agora dá para fazer várias brincadeiras. Pergunte quantos pedaços de pizza seria equivalente a metade da pizza em cada uma das pizzas. Escreva estas frações no quadro também. Note se eles percebem a equivalência entre as frações. Depois indique uma fração específica (Por exemplo, 3/8) e pergunte quantos pedaços de pizza, e de qual pizza, essa fração equivale. Faça processos similares com outras pizzas, cortando em números diferentes de pedaços. Vá notando se eles conseguem responder com facilidade, e quais frações eles tem mais dificuldade em enxergar. Depois, se a turma não tiver dificuldades com a atividade, o professor pode começar a perguntar em quais frações há mais pizza para comer, para começar a trabalhar a ideia de fração maior e menor.

Ao fim, distribua os pedaços para os alunos comerem!

No caso da escola não ter a infra-estrutura para realizar esse tipo de atividade, pode-se usar uma cartolina cortada de forma redonda, com um desenho de pizza em cima. Faça a atividade da mesma forma que faria com pizzas reais.Os alunos não vão poder comer, mas a brincadeira poderá ser divertida da mesma forma, utilizando a imaginação e o faz-de-conta, com a vantagem que dará muito menos trabalho para limpar depois!


b) Divida a turma em grupos, com números de participantes diferentes. Por exemplo ,faça um grupo com 3 alunos, outro com 5 alunos, outro com 6 alunos, etc. Peça para que os alunos digam que fração representa cada um dos grupos. Depois, retire um número aleatório de alunos de cada grupo, e pergunte: qual é a fração que o grupo retirado representa em relação ao grupo original? E o grupo original, que fração representa? Depois o professor pode ir alterando o número de alunos dos grupos e ir perguntando. Caso os alunos não sintam dificuldade nessa atividade, o professor pode depois montar vários grupos com o mesmo número de alunos, e começar a fazer operações de soma e subtração de frações com eles, pedindo para que os alunos se juntem ou saiam dos grupos de acordo com as operações solicitadas pelo professor.

Você conhece outras formas legais de ensinar frações? Compartilhe com a gente nos comentários!

Utilizando a Tecnologia na escola

Hoje uma das grandes "vedetes" da educação é a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação, as TIC, dentro de sala de aula. Muito tem se discutido sobre esse tema, como se as TIC fossem as grandes salvadoras da educação, ou como se fossem as exterminadoras da escola.

Temos que considerar que a escola, a educação num geral, sempre utilizou diversos tipos de tecnologia. O lápis, a caneta, o quadro-negro, o mimeógrafo, as carteiras, as cópias "xerocadas"... tudo isso são exemplos de tecnologia, são coisas que foram inventadas e aperfeiçoadas pelo homem. Elas não foram inventadas pensadas para a educação, mas sim foram apropriadas, entendidas e utilizadas pelos educadores, quando necessárias. E quando não mais necessárias, deixaram de ser utilizadas (Como o mimeógrafo, por exemplo).

As TIC não irão nem salvar nem destruir a escola. Como qualquer tipo de tecnologia, elas podem ajudar o professor na sua missão de educar, mas não irão ser o ponto determinante desta ação. A grande questão está no sentido do processo de ensino. "Ensinar o quê, para quê e como?". O professor precisa responder esta pergunta antes de qualquer coisa. O que deve ser ensinado, e por que deve ser ensinado?

Respondendo estas questões (o que não é simples, e devem ser questões sempre presentes), é importante que o professor priorize dar autonomia à seus alunos. Ele precisa fazer com que eles sejam os responsáveis pelos seus processos de aprendizagem, que eles entendam por que eles devem aprender coisas novas, e eles mesmos produzirem seu próprio conhecimento. O professor deve ser um instigador e um mediador nesse processo. Fazer com que os alunos questionem, dar as pistas para que eles avancem, ajudá-los a perceber onde aquele novo conhecimento pode ser importante para eles, permitir que eles façam a conexão entre as diferentes áreas de conhecimento. E claro, depois de ajudar os alunos a fazer as questões, é função do professor também ajudá-los a encontrar as respostas.

Com tudo isso em mente, ai sim o professor pode pensar em como as TIC podem ajudar nesse processo. E caso não acredite que ajude, é simples, não as utilize. Assim como o lápis ou o quadro-negro devem ser utilizados apenas se forem ajudar nesse processo. A ação do professor deve estar sempre pautada nestas questões, antes que ele queira dominar a tecnologia X ou Y. O processo deve ser o contrário, ele precisa sentir a necessidade de utilizar uma ou outra tecnologia para, então, utilizá-la por haver sentido na sua ação.

Deixo um vídeo para reflexão:

Os porquês do dia-a-dia, para a sala de aula



Muitas vezes nos deparamos com os mais diferentes questionamentos dos nossos alunos. Podemos cometer o erro de deixá-los para lá, imaginando que eles não façam parte do "conteúdo a ser ensinado", ou podemos aproveitar e utilizar estas questões, aparentemente bobas, para ajudar os alunos a construírem seu próprio conhecimento, dando autonomia a eles. A revista Mundo Estranho mostrou alguns desses questionamentos, e apresentamos aqui algumas outras questões que podem ser levantadas e discutidas em conjuntos, para que todos possam aprofundar e construir o conhecimento.


 Por que o carro “suja” quando chove? (Estados da água) – Mundo Estranho/Julho 2011
Será que é só a água que está suja ou o carro
está sujo também?
quando chove, o que acontece com a água que estava em cima do carro?
Como funciona o processo da água? Que formas a gente pode encontrar na água?
Depois que a água evapora, o que fica em cima do carro? A sujeira fica seca ou molhada?











Por que temos vontade de fazer xixi quando fazemos cocô? (Partes do corpo) – Mundo
Estranho, Novembro/2011
O que controla o nosso corpo quando temos vontade de fazer Alguma coisa, como coçar os olhos? (nervos)
Como fazemos força pro cocô sair?
Por onde o cocô passa no corpo? E o que segura ele antes de sair?
O movimento dessa parte do corpo é voluntária ou involuntária?
Esses nervos passam pela bexiga também. Quando eles são ativados, eles mexem com as duas
partes ou uma de cada vez? E o que tem na bexiga?
Já sabemos que fazemos força com a barriga pro cocô sair. Ela pressiona mais alguma outra coisa?



Pra que serve o papo do pelicano? Mundo Estranho, Setembro/2011

O papo do pelicano parece com o que?
E quando entra água no papo, o que acontece? E outros objetos?
O que o pelicano come?
Outras aves, como o albatroz (Procurando Nemo), tem o bico maior ou menor? Os peixes que ele
pega podem ser maiores ou menores do que o do pelicano?




Por que a caixa-preta dos aviões é laranja? Mundo Estranho, Agosto/2011
O que as caixas-pretas contém? Pra que ela serve?
Se ela cair em algum lugar difícil de chegar, o que acontece
se ela for realmente preta?
Quando algo é desconhecido, como uma informação, 
samos uma cor pra dizer a mesma coisa. 
ue cor é essa? E quando descobrimos a informação, que 
or está relacionada a isso?



















Projetos: Uma ideia interessante


  • Projetos: Uma ideia interessante.

Há muita importância na interação do aluno com o saber apresentado pelo professor.
É importante que haja diálogos, que haja questionamento e que essas perguntas se formem através de uma vontade própria do aluno.
A ideia de um projeto é dar base e oportunidade aos que estão envolvidos com o mesmo para a busca de saberes. Trabalhar com um projeto em sala de aula não é somente um trabalho de pesquisa em grupo por parte da conjuntura dos alunos, mas o professor se entra como mediador e também pesquisador de assuntos para que possa compartilhar com a classe as duvidas e descobertas que todos fizeram.
Com essa dinâmica fica mais fácil obter um diálogo aberto entre professor e aluno onde os papéis se invertem muitas vezes, e aluno passa a ser professor mediando conhecimento, com isso pode-se desenvolver no aluno um comportamento mais representativo em sala de aula, despertando nele a busca do saber.

  Que tipos de projetos você já utilizou como educador? Compartilhe conosco, vamos trocar experiências!

· O que queremos saber ?


·         O que queremos saber ?

A principio esse tipo de pergunta nos parece muito vago para uma resposta concreta sem um contexto inicial, e quando nos indagamos com esta questão, logo outros tipos de perguntas surgem em nossa mente sobre o que estamos lidando, por exemplo: “Porque eu quero saber sobre esse assunto?”; “O que me fará entender melhor sobre essa questão?”; “Aonde devo começar a buscar esse saber?”, dentre outras indagações. Mas afinal, o que queremos saber?
Acredito que todo o questionamento é vinculado a um saber primórdio. Para se buscar outro conhecimento é necessário que haja um diálogo com o que já se sabe o que se faz necessário saber.
Conforme nos formamos como pessoas, ao longo de nossas vidas a prática e busca de conhecimentos se tornam incessíveis, pois a cada dia que passa nos deparamos com novas situações, novas perspectivas e novos assuntos que se criam da interação dos diversos saberes presentes no mundo.
O ser humano tem por natureza curiosidade em buscar conhecimentos por conta de sua capacidade de pensar e raciocinar. Vinculado a isso nos deparamos com essa sensação de que obter mais e mais saberes é extremamente necessário. Mas de onde se faz necessária a busca do saber?
Essa questão está muito presente nas discussões com embasamento pedagógico. Além da das metodologias baseadas nos paradigmas dos grandes pensadores do âmbito da educação, e como elas nos proporcionam uma base para se pensar em novos métodos e em como se deve educar, devemos entender que educar não é somente passar o conhecimento a diante, é necessário que haja no receptor do conhecimento a vontade de aprender, pois o aluno tem um capacidade própria e construir conhecimentos e questioná-los, dando a ele a oportunidade de entender e buscar saberes.


E mais do que isso, o próprio mediador do conhecimento deve também ter em si a busca de novos saberes, pois no mundo se criam diversas perspectivas englobando diferentes assuntos.
O problema é que o caráter da educação atual se baseia em uma perspectiva já instituída há muito tempo, onde alguns conhecimentos são simplesmente vinculados a serem ensinados.
É importante entender que esses conhecimentos são importantes, mas a forma na qual eles devem ser passados e dialogados nas escolas é a chave dessa discussão.


O objetivo principal é criar questionamentos com base na busca do saber e como esta direciona, mais, além disso, como a busca do saber influencia na formação educacional das pessoas.

E você? O que você quer saber? Como é a melhor forma de descobrir? Responda nos comentários, queremos saber!